Novo endereço

Ponto final neste blog. Após três anos postando no O Blog do Foca, agora mudo de endereço. A partir de amanhã, todos os textos serão publicados no www.blogdomarcosaraujo.wodpress.com

Todas as postagens deste espaço com as respectivas categorias e comentários foram transferidas para lá.

Nos vemos!

Principais manchetes desta sexta-feira, 27 de abril de 2012

O Globo –  Por 10 x 0, Supremo libera cota racial em universidade

Folha de S. Paulo – STF diz que cotas raciais são legais

Correio Popular – CPI da Saúde culpa Hélio por crise na rede pública

O Estado de S. Paulo – Em áudio, Cachoeira fala em pagamento a Perillo por vantagens

Jornal da Tarde – Brasileiro não sabe escolher plano do celular

Correio Braziliense –   STF aprova o sistema de cotas para negros

Estado de Minas -   Cuidado com as armadilhas

Jornal do Commercio -  Preço do feijão sobe 100% e doze meses

Zero Hora – Estado paga mil quatrocentos e cinquenta e um reais a magistério, mas não cumpre a lei do piso

Valor Econômico – Mesmo com economia fraca, renda real tem forte avanço

Brasil Econômico – Caixa reduz taxa de administração dos fundos, novo alvo do governo

Principais manchetes desta quinta-feira, 26 de abril de 2012

O Globo –  Lula vai a Dilma e acerta discurso único para CPI

Folha de S. Paulo – Dilma é derrotada, e nova lei diminui proteção ambiental

Correio Popular – Campinas só recicla 2% do lixo e sufoca aterro Delta

O Estado de S. Paulo – Ex-diretor da Delta e mais 3 são presos no caso Cachoeira

Jornal da Tarde – Criminalidade cresce em SP

Correio Braziliense –   Caso Cachoeira leva mais gente para a cadeia

Estado de Minas -   Financiamento da casa própria fica mais barato

Jornal do Commercio -  Classe média pagará menos por imóveis

Zero Hora – Caixa reduz juro, mas não renegocia contratos

Valor Econômico – Mercado pune bancos por temor de inadimplência

Brasil Econômico – Delta muda comando e vai à CPI para salvar obras

Principais manchetes desta quarta-feira, 25 de abril

O Globo –  Escândalo de Cachoeira – CPI começa com 65% de governistas e relator ‘fiel’

Folha de S. Paulo – Para ter controle de CPI, Dilma impõe aliado como relator

Correio Popular – Dilma libera R$ 295 mi para obras do PAC

O Estado de S. Paulo – STF manda investigar três deputados no caso Cachoeira

Jornal da Tarde – Para combater lotação, Metrô sugere ônibus

Correio Braziliense –   Dilma dá R$ 2 bi para o transporte no DF

Estado de Minas -  Onda de insegurança

Jornal do Commercio -  Aumento da luz terá efeito dominó

Zero Hora – Queda da taxa de juro chega à casa própria

Valor Econômico – Ações por atraso de obras pesam nas construtoras

Brasil Econômico – Em um dia, empresas e governo anunciam projetos de R$ l50 bi

Principais manchetes desta terça-feira, 24 de abril

O Globo –  Enriquecimento ilícito de juiz e político deve virar crime

Folha de S. Paulo – Cachoeira diz que escuta é ilegal e quer anular provas

Correio Popular – Dérbi põe Campinas na vitrine do futebol

O Estado de S. Paulo – Crise derruba 10º governo da UE e afeta mercados

Jornal da Tarde – Jovem quer abrir negócio, mesmo sem ter dinheiro

Correio Braziliense –   Riqueza de político e de servidor na mira da lei

Estado de Minas -  Explodem assaltos a caixas eletrônicos

Jornal do Commercio –  Comércio abre 4 mil vagas temporárias

Zero Hora – Proposta do Piratini prevê licenciamento mais caro para veículos

Valor Econômico – FAT volta a ter prejuízo e Tesouro banca R$ 5,5 bi

Brasil Econômico –  Bolsas desabam em todo o mundo com incertezas políticas na Europa

Vão com Deus, meus amigos

Como minha avó materna Anália costuma falar: “Para morrer, basta estar vivo”. A sabedoria popular não mente nem intimida ninguém. A frase até parece ser boba, ingênua, óbvia, mas poucos pararam para pensar no poder dela. Vou contar duas histórias recentes. A primeira é a do Tião e a outra do Alan.

Todos os dias cedo passo em frente a mesma banca de jornal após a atravessar um túnel que liga a Rua Sete de Setembro, parte da Vila Santana, ao Centro de Valinhos. Por volta das 7h da manhã, Tião está abrindo sua banca, que leva o nome dele.  Paro, falo um “bom dia”, olho as principais manchetes dos jornais, compro algum em algum dia importante ou que me chame atenção, as vezes faço uma recarga no celular, já vai chegando um ou outro, puxa aquele papo gostoso, quente, matinal, como os periódicos. Sempre as mesmas pessoas nos mesmos horários. E todas, diga-se, as três ou quatro delas nunca combinaram, deve ser o inconsciente trabalhando freneticamente. Depois da rápida prosa, trabalho. O Tião abre o sorriso e fala: “Bom dia, tudo de bom”. Na volta, à tarde, a mesma cena, só trocando pelo “oh, garoto”.

Esta rotina se estendeu por uns cinco anos, contando os dois anos trabalhando e três estudando de manhã. Até que em uma manhã de segunda-feira não vejo o Tião. Está um filho dele. Confesso que passo despercebido, não pergunto nada, achando que o veria no decorrer do dia. Engano meu. Passam-se dois, três dias e nada do Tião aparecer. O revezamento ao abrir a banca são dos filhos, um jovem casal, e o Tião já beirava seus sessenta e poucos anos (sempre desconfiei do conteúdo que ele guardava abaixo de sua mesa, mas, enfim). Resolvo perguntar: “Cadê o Tião”? O filho me responde com a voz meio encharcada: “O coração do Tião está um pouco fraco”. Tomo um susto ao ouvir aquilo. Os cinco curtos anos de convívio com aquele senhor da banca passam como um flash. Na terça-feira, 20, a banca está fechada. Pessoas param para olhar o papel na porta de aço. Imagino o pior e é aquilo mesmo: Tião foi vender seus jornais no céu.

Todos os dias continuo passando em frente àquela banca em que comprei tantas revistas de futebol e política, jornais, coleções, recargas de celular e ainda visualizo o Tião dentro dela com seu caminhar vagaroso, saindo dela e indo até o carro com uma caixa cheia de seus produtos, colocando-a no chão, abrindo o porta-malas e levando-as para dentro. Nunca imaginava que o coração do Tião sofria de arritmia.

Quando pareço que estou me recuperando de uma perda, vem outra. Nove anos de convívio. Ao menos duas vezes por mês nos víamos, na média duzentos e quarenta tratos nos “brancos loiros” (que de loiros não tem nada, mas de brancos muito), como diria o Alan, cabeleireiro. Certo dia de fevereiro vou cortar o cabelo e ele não está. Sou informado de que ele tivera operado e estava internado. Talvez fosse algo simples, logo estaria novamente com sua tesoura nas mãos, bem à moda antiga. Fui ao concorrente.

Retorno em março, nada. Estava internado na UTI com um problema no pulmão, se os vários dizeres da boca do povo não se contradizerem, infecção. Diariamente, no mesmo horário em que passo na banca do sempre Tião, dou um pulo no salão para saber como o Alan estava, se havia apresentado melhora. Nas poucas vezes em que encontrei sua esposa, as frases otimistas divergiam com seu olhar de preocupação e tristeza com a voz trêmula e rápida. Alan não estava bem, essa era a tradução.

Sexta-feira, 20 de abril, retorno para saber de informações. “Está um pouco melhor”, diz Tonha, sua fiel escudeira no salão de beleza. Saí martelando coisas na cabeça. “Ela falou com um tom de voz muito ‘agressivo’”, “Desviou rápido de assunto”, “Alan não está bem”. Meu cabeleireiro morreria no final de semana. Minutos depois das sete da manhã de uma segunda-feira, 23, está o papel de luto na porta do estabelecimento.

A estranheza de entrar no local e não vê-lo sentado sem sapatos vendo televisão ou cortando o cabelo de alguém na primeira repartição, logo na entrada do salão, vai bater em breve, quando retornar do concorrente. Nossas conversas sobre o nordeste, a última nossa, pois tinha acabado de voltar de viagem de Pernambuco em janeiro, e o até logo com o “foi um prazer revê-lo, saúde” ficarão guardadas naquele espaço.

Tião, espero que tenha levado algum jornal ou revista de futebol para o andar de cima para quando eu chegar. Alan, esteja com suas tesouras e o pente ou a máquina 2 consigo. Até breve.

Semana Roberto Carlos II

O movimento da Jovem Guarda ficou mais popular quando Roberto Carlos, juntamente com Erasmo Carlos e Wanderléia, apresentou programa que levava o mesmo nome do movimento em 1965, na TV Record.

Em 1966 uma discussão entre Roberto e Erasmo Carlos quase colocou a parceria no fim. O motivo foi pelos créditos das músicas Quero Que Tudo Vá Pro Inferno e Parei na Contramão. As duas canções teriam sido compostas pela dupla, mas creditada apenas a Erasmo durante uma apresentação do Show Em Si…Monal. A parceria parou por mais de um ano e neste período Roberto compôs Namoradinha de Um Amigo Meu e Querem Acabar Comigo.

Um ano mais tarde, com a amizade Roberto-Erasmo abalada, o Broto compôs Como É Grande O Meu Amor Por Você.

Como É Grande O Meu Amor Por Você – Roberto Carlos

Eu tenho tanto pra lhe falar
Mas com palavras não sei dizer
Como é grande o meu amor por você.

E não há nada pra comparar
Para poder lhe explicar
Como é grande o meu amor por você.

Nem mesmo o céu nem as estrelas
Nem mesmo o mar e o infinito
Não é maior que o meu amor
Nem mais bonito.

Me desespero a procurar
Alguma forma de lhe falar
Como é grande o meu amor por você.

Nunca se esqueça, nem um segundo
Que eu tenho o amor maior do mundo
Como é grande o meu amor por você.

Mas como é grande o meu amor por você.

Depois de 20 anos, Guarani volta a uma semi-final

O péssimo momento do Palmeiras se refletiu no gramado. O Guarani jogou melhor e está na semi-final do Paulistão. Bugre e Ponte preta disputam uma vaga na final na próxima semana, no Brinco de Ouro da Princesa. De um lado Campinas, do outro São Paulo.

Ficha técnica

Guarani 3 x 2 Palmeiras

Local: Brinco de Ouro, em Campinas (SP)

Data/Hora: 22/04/2012 – às 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Vinicius Furlan (SP)
Assistentes: Vicente Romano Neto (SP) e Gustavo Rodrigues de Oliveira (SP)

GOLS: Fumagalli, 5′/1ºT (1-0); Fabinho, 8′/2ºT (2-0); Marcos Assunção, 9′/2ºT (2-1); Fabinho, 45′/2ºT (3-1); Henrique, 45′/2ºT (3-2)
CARTÕES AMARELOS: Bruno Recife, Willian Favoni (GUA); Mauricio Ramos, João Vitor, Barcos, Fernandão, Márcio Araújo, Juninho (PAL)
CARTÕES VERMELHOS: -
RENDA E PÚBLICO: R$ 447.400,00 / 15.005 pagantes

GUARANI: Emerson; Oziel, Domingos, Neto e Bruno Recife; Willian Favoni (Ewerton Páscoa, 8′/2, Fábio Bahia, Danilo Sacramento e Fumagalli; Fabinho e Bruno Mendes (Bruno Peres, 43′/2ºT). Técnico: Vadão.

PALMEIRAS: Deola, Cicinho, Mauricio Ramos, Henrique e Juninho; Márcio Araújo, Marcos Assunção, João Vítor (Valdivia, 15′/2ºT) e Daniel Carvalho (Fernandão, 34′/2ºT); Barcos e Luan (Patrik, 38′/2ºT). Técnico: Luiz Felipe Scolari.

Salgueiro derrota Santa Cruz de virada e só precisa de um empate

O Santa Cruz saiu na frente, mas não segurou a pressão do Carcará.

Ficha técnica

Salgueiro 2 x 1 Santa Cruz

Local: Cornélio Barros, em Salgueiro.

Árbitro: Nielson Nogueira.

Assistentes: Elan Vieira e Charles Rosas.

Assistentes Adicionais: Erique Rocha e Enéias Leite.

Gol: Branquinho,aos 25 minutos, Marcos Tamandaré, aos 35, e Edmar, aos 42 minutos do segundo tempo.

Expulsão: Geílson.

Público: 8.740.

Renda: R$ 122.790.

Salgueiro: Luciano; Marcos Tamandaré, Alemão, Luiz Eduardo e Peri; Josa, Pio, Vitor Caicó (Júnior Ferrim) e Clebson (Edmar); Fabrício Ceará e Elvis. Técnico: Neco.

Santa Cruz: Tiago Cardoso; Diogo, Willians, Leandro e Renatinho; Memo (Vágner), Pedra, Chicão e Luciano Henrique (Maranhão); Geilson e Flávio Recife (Branquinho). Técnico: Zé Teodoro.

Sport larga na frente contra Náutico na semi-final

Jogando nos Aflitos e com a vantagem de avançar para a final com dois empates, o Náutico perdeu para o Sport por 2 x 1. Ainda teve um jogador a menos.

Ficha técnica

Náutico 1 x 2 Sport

Local: Aflitos.

Árbitro: Ricardo Tavares.

Assistentes: Pedro Wanderley e Clóvis Amaral.

Assistentes adicionais: Giorgio Wilton e Anderson Freitas.

Gols: Marcelinho, aos 23, e Ronaldo Alves, aos 32 minutos do primeiro tempo. Marcelinho, aos 36 minutos do segundo tempo.

Cartão vermelho: Elicarlos.

Cartões amarelos: Souza, Jefferson, Derley. Moacir, Edcarlos, Renê, Julinho, Tóbi, Marcelinho Paraíba, Ruan e Rivaldo.

SPORT: Magrão; Bruno Aguiar, Tóbi e Edcarlos; Moacir, Hamilton, Marquinhos Paraná, Marcelinho Paraíba (Ruan) e Renê (Julinho); Jael e Jheimy (Rivaldo). Técnico: Mazola Jr.

NÁUTICO: Gideão; João Ananias, Marlon (César Marques), Ronaldo Alves e Jefferson; Elicarlos, Souza, Derley e Ramon; Siloé (Lenon) e Rodrigo Tiuí (Léo Santos). Técnico: Alexandre Gallo

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